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Bahia ganha nova preocupação no gol antes de decisão contra o Botafogo

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O Bahia ganhou mais um problema para administrar em meio ao pior momento da temporada. Durante a derrota por 3 a 2 para o Coritiba, na noite da última segunda-feira (25), o goleiro Léo Vieira precisou deixar o campo ainda no fim do primeiro tempo após sentir o joelho direito.

Segundo informou o clube, o camisa 22 sofreu uma entorse no joelho direito e será reavaliado em Salvador para que a gravidade da lesão seja confirmada. Caso o problema seja mais sério, Rogério Ceni pode novamente recorrer a João Paulo para o confronto diante do Botafogo, no próximo sábado (30), na Arena Fonte Nova, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Em meio à indefinição, um nome voltou ao radar tricolor. Na madrugada desta terça-feira (26), o goleiro Marcos Felipe desembarcou em Salvador após encerrar sua passagem pelo Eyüpspor. O clube turco não exerceu a cláusula de compra prevista em contrato, e o jogador retorna ao Bahia para definir o futuro na próxima janela de transferências.

A depender das questões burocráticas e das condições de regularização junto à CBF, Marcos Felipe também pode surgir como alternativa para a partida contra o Botafogo, justamente o último compromisso antes da pausa para a Copa do Mundo.

O goleiro de 30 anos chegou ao Bahia em 2023, inicialmente por empréstimo do Fluminense, e posteriormente foi adquirido em definitivo pelo Tricolor. Com contrato até o fim de 2027, Marcos Felipe soma 147 jogos com a camisa do clube.

Após a derrota para o Coritiba, Rogério Ceni comentou sobre o momento delicado vivido pelos goleiros do elenco e saiu em defesa de João Paulo, que voltou a entrar durante a partida em um contexto de forte pressão. “São duas situações atípicas. Ele entrou em meio a dois jogos e eu repito aqui: é sempre muito difícil. Hoje faltava um minuto para acabar o primeiro tempo, e contra o Remo também foi assim. Eu posso dizer por experiência como goleiro: entrar frio no jogo é sempre mais complicado”, afirmou.

O treinador também destacou que o problema não pode ser individualizado e pediu apoio coletivo ao elenco neste momento de instabilidade. “Não tem como crucificar um jogador que entra no meio do jogo, à noite, campo molhado, rápido. Foram erros coletivos. Ele não pode se abater e cada um tem que dar força ao outro dentro de campo. Todo mundo precisa ajudar nesse momento”, disse Ceni.

Sem vencer há oito partidas, o Bahia chega pressionado para encarar o Botafogo em Salvador. O duelo é tratado internamente como fundamental para evitar que a equipe entre na pausa do calendário ainda mais próxima da parte intermediária da tabela e sob clima de crise ainda maior.

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